Terapias de ondas de choque: A nova fronteira no tratamento da disfunção erétil

Conheça as principais características da terapia de ondas de choque para o tratamento da disfunção erétil

Nos últimos anos, a medicina sexual masculina evoluiu significativamente, e uma das inovações que mais têm se destacado é o uso das terapias de ondas de choque no tratamento da disfunção erétil (DE).

Diferente dos medicamentos que apenas aliviam o sintoma de forma momentânea, essa tecnologia atua na causa do problema, ajudando o organismo a recuperar a função erétil de maneira natural e duradoura.

Mas, afinal, o que são as ondas de choque? Como funcionam? E para quem esse tratamento é indicado?

Neste artigo, a equipe da ABX Saúde explica tudo o que você precisa saber sobre essa nova fronteira do bem-estar íntimo masculino.

O que é a terapia de ondas de choque?

A terapia de ondas de choque de baixa intensidade (Low-Intensity Shockwave Therapy – LiSWT) é um tratamento não invasivo que utiliza ondas acústicas para estimular a regeneração dos vasos sanguíneos na região peniana.

Essas ondas produzem micro impactos controlados que aumentam a circulação, melhoram a oxigenação dos tecidos e promovem a formação de novos vasos (processo conhecido como neovascularização).

Em outras palavras: enquanto medicamentos atuam momentaneamente na dilatação dos vasos, a terapia de ondas de choque busca restaurar a função vascular, tratando o problema na sua origem.

Como a terapia de ondas de choque age no corpo?

Para entender o impacto positivo dessa técnica, é importante lembrar que a ereção é um fenômeno vascular: depende do bom funcionamento das artérias e veias que irrigam o pênis.

Quando o fluxo sanguíneo é comprometido por fatores como diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo ou envelhecimento, o pênis recebe menos sangue e a ereção se torna mais difícil de manter.

As ondas de choque atuam justamente nesse ponto, provocando microestímulos nos tecidos cavernosos, que ativam:

  • A liberação de fatores de crescimento, responsáveis pela regeneração celular e vascular;
  • A formação de novos capilares, melhorando a irrigação local;
  • O aumento da produção de óxido nítrico, substância essencial para o relaxamento dos vasos e para o início da ereção;
  • A recuperação da sensibilidade e resposta erétil, especialmente em casos leves e moderados de disfunção.

Com isso, a terapia pode restaurar a função erétil natural, reduzindo (ou até eliminando) a necessidade de determinados remédios.

Um tratamento moderno, seguro e indolor

Um dos grandes diferenciais da terapia de ondas de choque é que se trata de um procedimento não invasivo, sem dor e sem necessidade de anestesia.

Durante a sessão, o paciente permanece deitado, enquanto o médico aplica o equipamento sobre o pênis e a região perineal. Cada sessão dura cerca de 20 a 30 minutos, e o protocolo completo geralmente inclui de 6 a 12 sessões, com intervalos semanais.

Os resultados começam a aparecer a partir da terceira ou quarta sessão, com melhora progressiva na qualidade das ereções, na resposta sexual e na confiança da pessoa em questão.

Outros pontos positivos incluem:

  • Ausência de efeitos colaterais relevantes;
  • Recuperação imediata, sem necessidade de repouso;
  • Compatibilidade com outros tratamentos, como reposição hormonal ou psicoterapia;
  • Resultados de longa duração, especialmente quando associados a mudanças de estilo de vida.

Leia também | Disfunção erétil e quando buscar ajuda médica

Para quem a terapia de ondas de choque é indicada?

Esse tratamento é indicado principalmente para homens com disfunção erétil de origem vascular, ou seja, causada por alterações no fluxo sanguíneo.

Isso inclui pacientes com:

  • Hipertensão arterial;
  • Diabetes tipo 2;
  • Colesterol alto;
  • Doença arterial periférica;
  • Sedentarismo e tabagismo;
  • Idade avançada.

Além disso, ela pode ser uma alternativa para pessoas que não respondem bem aos medicamentos orais, ou que preferem um tratamento natural e sem uso contínuo de remédios.

Em casos de disfunção erétil psicogênica (quando a causa está relacionada a fatores emocionais, como ansiedade de desempenho ou estresse), o tratamento pode ser associado à terapia psicológica, potencializando os resultados.

Evidências científicas e resultados clínicos

Diversos estudos científicos reforçam a eficácia da terapia de ondas de choque.

Pesquisas publicadas em revistas especializadas, como The Journal of Sexual Medicine e European Urology, mostram que entre 60% e 80% dos homens tratados apresentam melhora significativa na função erétil após o tratamento.

Os resultados tendem a ser mais expressivos em casos leves e moderados de disfunção, e podem se manter por até 12 meses ou mais, especialmente quando acompanhados de acompanhamento médico contínuo e hábitos saudáveis.

Importante destacar que a terapia deve ser realizada por profissionais capacitados, com equipamentos de qualidade e protocolos individualizados, fatores que influenciam diretamente na segurança e na eficácia do procedimento.

Lembrete: ondas de choque não são “choques elétricos”

Um esclarecimento importante: o nome “ondas de choque” pode causar certa confusão

Portanto, explicando melhor: esse tratamento não envolve eletricidade nem descargas elétricas, e sim ondas acústicas, semelhantes às utilizadas em fisioterapia e ortopedia para tratar tendinites e lesões musculares.

Portanto, é um procedimento seguro, confortável e amplamente aceito em clínicas de urologia e medicina sexual em todo o mundo.

Na ABX Saúde, tecnologia e cuidado caminham juntos

Na nossa clínica, a terapia de ondas de choque é realizada com equipamentos de última geração e profissionais especializados em saúde sexual masculina.

Antes do início do tratamento, cada paciente passa por uma avaliação médica completa, para identificar as causas da disfunção erétil e definir o protocolo mais adequado ao seu caso.

O objetivo é sempre o mesmo: tratar a causa, e não apenas o sintoma, com resultados seguros, duradouros e personalizados.

Agende hoje mesmo sua consulta e venha tirar todas as suas dúvidas.

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