
A disfunção erétil é uma condição que afeta consideravelmente a saúde íntima dos homens, especialmente a partir dos 40 anos. Por isso, é essencial entender melhor sobre esse problema, suas causas e, claro, quais são os tratamentos disponíveis atualmente.
Neste artigo, vamos explorar essa disfunção a fundo para que você se empodere de informações corretas e possa buscar ajuda com mais confiança e segurança.
Confira, abaixo, o conteúdo completo.
Disfunção erétil: como se caracteriza essa condição?
Resumidamente, estamos falando sobre a incapacidade persistente ou recorrente de obter ou manter uma ereção firme o suficiente para ter uma relação sexual satisfatória.
Aqui, é importante destacar que episódios pontuais de falha erétil podem ser normais e não configuram um problema. Afinal, você pode estar em um dia mais preocupado, estressado ou com a cabeça longe, e, assim, ter dificuldade de se concentrar e aproveitar o momento com sua parceira.
O diagnóstico da disfunção erétil só é considerado quando isso se torna algo frequente. Dessa forma, acaba interferindo consideravelmente na vida íntima e até mesmo no relacionamento, gerando ansiedade e frustração recorrentes.
Quais são as principais causas da disfunção erétil?
Normalmente, esse problema pode ter origem em fatores físicos, emocionais ou comportamentais. E, muitas vezes, na combinação de todos eles.

Confira, a seguir, as principais causas:
Causas físicas da disfunção erétil
- Problemas cardiovasculares, como hipertensão e aterosclerose;
- Diabetes, que compromete os nervos e a circulação sanguínea;
- Alterações hormonais, como a queda dos níveis de testosterona;
- Doenças neurológicas, como Parkinson e esclerose múltipla;
- Cirurgias ou traumas na região pélvica;
- Utilização de alguns medicamentos em específico;
- Tabagismo, alcoolismo e uso de drogas.
Causas emocionais da disfunção erétil:
- Estresse crônico, excesso de trabalho e preocupações diárias;
- Ansiedade de desempenho sexual;
- Depressão e outros transtornos emocionais;
- Problemas de relacionamento, como falta de intimidade ou comunicação.
Causas comportamentais da disfunção erétil:
- Sedentarismo;
- Má alimentação;
- Sono de má qualidade.
Dessa forma, é possível ver que estamos falando de um problema multifatorial e complexo, que precisa ser analisado a fundo por profissionais especializados.
De que forma a disfunção erétil é diagnosticada?
Primeiramente, é muito importante iniciar essa avaliação com uma consulta de diagnóstico, realizada por um médico com experiência em saúde sexual masculina, evitando, assim, a automedicação, que pode mascarar o problema de origem.
Neste momento, é possível que sejam solicitados alguns exames para identificar a causa do problema. Os mais comuns incluem:
- Exame físico: análise dos órgãos genitais, testículos e sinais de alterações hormonais ou neurológicas, além de verificação da presença de placas (como na Doença de Peyronie), atrofia testicular ou outras alterações.
- Exame de sangue: identificação de problemas hormonais, metabólicos e cardiovasculares, que são causas comuns da disfunção erétil;
- Ultrassonografia peniana com Doppler: avaliação do fluxo sanguíneo nas artérias do pênis;
- Teste de ereções após a aplicação de uma substância vasodilatadora;
Lembrando que esse processo é totalmente individualizado. Isso significa que o profissional de saúde escolhe os exames com base no histórico do paciente, sintomas e fatores de risco.
O objetivo é entender se a causa é física, psicológica ou mista para, então, indicar o tratamento mais eficaz.
Atualmente, quais são os tratamentos mais indicados para a disfunção erétil?

Receber o diagnóstico de disfunção erétil nunca é fácil, podendo afetar consideravelmente a autoestima do homem.
Mas a boa notícia é que, nos dias atuais, existem diversas opções seguras e eficazes de tratamento.
Inclusive, se o caso for leve, apenas mudanças no estilo de vida podem contribuir, e muito, para amenizar o problema. Isso inclui hábitos como: praticar atividades físicas regularmente; manter uma alimentação saudável; reduzir o consumo de álcool; parar de fumar; e dormir melhor.
Administração de medicamentos
Alguns remédios em específico podem facilitar o aumento do fluxo sanguíneo, potencializando a resposta fisiológica natural à excitação. Estes devem ser utilizados apenas com orientação médica.
Terapias hormonais
Reposições com hormônios podem ser indicadas quando há deficiência, sendo a testosterona o mais comum de necessitar uma suplementação. Porém, na maioria dos casos, a diminuição desse hormônio não é a causa da disfunção erétil.
Ondas de choque de baixa intensidade
Configuram uma terapia inovadora e não invasiva para o tratamento da disfunção erétil, especialmente nos casos de origem vascular. É um tratamento não invasivo e indolor, com sessões realizadas periodicamente.
Injeções penianas
Alternativas para casos nos quais outras medicações não funcionaram ou não podem ser utilizadas devido a determinadas condições de saúde.
O mais importante é saber que essa é uma questão comum, que tem caminhos para solucioná-la e, claro, que não precisa ser motivo de vergonha.
Buscar ajuda médica é o primeiro passo para recuperar a saúde sexual, a confiança, a disposição e a qualidade de vida. Portanto, não perca mais tempo!
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