Quando procurar um médico? Sinais de que a disfunção erétil merece atenção especializada.
Conheça os principais sintomas da disfunção erétil e em que momento vale a pena procurar acompanhamento médico

A disfunção erétil (DE) é uma das condições mais comuns entre os homens, especialmente a partir dos 40 anos. Embora muitas vezes seja vista apenas como uma dificuldade pontual ou até como um “assunto tabu”, a verdade é que esse problema pode acontecer com frequência e estar relacionado a diferentes fatores, incluindo físicos e emocionais.
Sobre esse assunto, uma dúvida comum é: quando é o momento certo de procurar um médico? Ou seja, quais sinais indicam que essa condição deixou de ser algo temporário e merece atenção especializada?
Neste artigo, vamos responder a essas dúvidas para que você saiba identificar a hora de buscar ajuda profissional.
O que é considerado disfunção erétil?
De forma resumida, a disfunção erétil é caracterizada pela incapacidade persistente de obter ou manter uma ereção firme o suficiente para a relação sexual satisfatória.
Aqui, é essencial destacar que falhas ocasionais durante um momento de intimidade são normais e podem acontecer com qualquer homem, principalmente em situações de muito estresse, cansaço ou após o consumo excessivo de álcool.
O sinal de alerta surge quando essa dificuldade se torna frequente ou começa a impactar diretamente na autoestima, nos relacionamentos e na qualidade de vida.
5 sinais de que é hora de procurar um médico

Embora muitos homens posterguem consultas médicas por vergonha ou medo, esse tipo de avaliação é fundamental para investigar as causas e indicar o tratamento adequado. Veja os principais sinais de atenção:
1. Dificuldade persistente em manter a ereção
Se o problema acontece em mais de 50% das tentativas de relação sexual por um período superior a três meses, é hora de buscar ajuda. A persistência do quadro indica que pode haver uma causa física ou psicológica que precisa ser investigada mais a fundo.
2. Perda gradual da rigidez peniana
Quando as ereções deixam de ser tão firmes quanto antes, dificultando a penetração ou diminuindo o prazer, isso pode indicar alterações circulatórias, hormonais ou neurológicas.
3. Ereções matinais ausentes
É válido saber que as ereções espontâneas durante o sono ou ao acordar são sinais de saúde vascular e neurológica. A ausência frequente delas pode indicar que algo não vai bem
4. Redução do desejo sexual
A disfunção erétil nem sempre é apenas um problema mecânico. Muitas vezes, está associada à queda da libido, que pode ter relação com baixa testosterona, estresse, ansiedade ou depressão.
5. Presença de outras doenças
Homens que convivem com diabetes, hipertensão, colesterol alto, obesidade ou doenças cardiovasculares têm mais risco de desenvolver disfunção erétil. Nesse caso, qualquer sinal de dificuldade deve ser avaliado de perto.
Por que você não deveria adiar a consulta médica?
Muitos homens ainda acreditam que a disfunção erétil é apenas uma consequência da idade ou algo sem solução. No entanto, em muitos casos, ela pode ser o primeiro sinal de problemas de saúde mais graves, incluindo:
- Doenças cardiovasculares (afinal, a DE pode anteceder um infarto ou AVC em alguns anos);
- Alterações hormonais, como a deficiência de testosterona;
- Distúrbios metabólicos, como diabetes e síndrome metabólica.
Ou seja: ignorar o problema é perder a chance de diagnosticar precocemente outras condições que também merecem atenção.
O que esperar da avaliação de um especialista em disfunção erétil?
Durante a consulta, o médico especializado nesse assunto pode:
- Avaliar o histórico de saúde e hábitos de vida;
- Solicitar exames laboratoriais e, se necessário, de imagem;
- Verificar fatores de risco, como pressão alta, obesidade e uso de medicamentos.
- Indicar o caminho mais adequado, que pode incluir mudanças no estilo de vida, terapia medicamentosa ou procedimentos específicos.
O mais importante é entender que cada caso é único e o acompanhamento deve ser personalizado.
O primeiro passo é saber que existe solução!

Atualmente, existem diversas opções de tratamento para a disfunção erétil, desde medicamentos de uso oral até terapias mais modernas, como ondas de choque, além de alternativas cirúrgicas em casos específicos.
O que faz diferença é que o paciente não precisa conviver com o problema em silêncio. Com o cuidado certo, é possível recuperar a saúde sexual, a autoestima e a confiança nos relacionamentos.
Prezar pelo seu bem-estar íntimo é cuidar também da saúde como um todo. Ao buscar ajuda especializada, você dá o primeiro passo para uma vida mais plena e confiante.
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