Disfunção erétil depois dos 40: O que é normal e o que não é

A disfunção erétil depois dos 40 anos é um problema que deve ser investigado com calma. Saiba mais sobre isso neste artigo

Aos 40 anos, é comum que muitos homens comecem a notar mudanças na vida sexual. A disposição não é mais a mesma, a resposta aos estímulos pode demorar mais e, em alguns casos, surgem as primeiras dificuldades para manter uma ereção firme durante o sexo. 

Mas será que isso é normal? Ou já podem ser sinais de um problema mais sério? 

Neste artigo, vamos esclarecer o que é disfunção erétil depois dos 40, quais tipos de sinais merecem atenção e quais mudanças são naturais do envelhecimento. 

Também vamos esclarecer quando é hora de procurar ajuda médica e como esse cuidado faz toda a diferença no seu bem-estar como um todo.

O que é a disfunção erétil?

Resumidamente, a disfunção erétil é definida como a dificuldade persistente ou recorrente em alcançar ou manter uma ereção suficiente para uma relação íntima satisfatória. 

Isso pode acontecer de forma ocasional (o que é comum e geralmente não é preocupante) ou contínua, impactando a autoestima, os relacionamentos e a qualidade de vida.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 50% dos homens acima dos 40 anos relatam algum grau de disfunção erétil, o que não significa que seja uma condição inevitável ou sem tratamento. Vamos falar mais sobre isso a seguir.

O que é normal na saúde sexual do homem depois dos 40 anos?

É importante entender que algumas mudanças fisiológicas são esperadas com o passar do tempo e não necessariamente indicam um problema de saúde. 

Pensando nisso, veja o que pode ser considerado normal:

1. Maior tempo de excitação

Homens mais jovens podem atingir a ereção rapidamente, muitas vezes com estímulos mínimos. Após os 40, pode ser necessário mais tempo e estímulo para alcançar o mesmo resultado.

2. Período refratário mais longo

Depois da ejaculação, o tempo até que se possa ter outra ereção (chamado de “período refratário”) tende a aumentar com a idade.

3. Ereções menos frequentes pela manhã

As chamadas ereções involuntárias, como as que ocorrem durante o sono ou ao acordar, também podem diminuir com o tempo. Isso não indica necessariamente disfunção, mas pode ser um sinal de alerta se desaparecerem por completo.

Quando é hora de se preocupar?

A linha entre o que é normal e o que merece atenção pode ser tênue, mas alguns sinais são claros, entre eles: 

  • A dificuldade de ereção se torna frequente ou constante;
  • Esse problema passa a interferir na vida sexual, nos relacionamentos e afetar sua autoestima;
  • Há uma perda significativa da libido;
  • As ereções matinais desapareceram completamente;
  • Existe frustração ou ansiedade constante associadas ao desempenho.

Se um ou mais desses sinais estão presentes, é hora de procurar um especialista para que seja feita uma avaliação mais completa.

Quais são as principais causas da disfunção erétil depois dos 40?

1. Fatores físicos

Depois de uma certa idade, é mais comum o surgimento (ou agravamento) de condições que afetam a saúde vascular e hormonal, como:

  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Colesterol alto;
  • Doença cardiovascular;
  • Sobrepeso e obesidade;
  • Apneia do sono;
  • Baixos níveis de testosterona (hipogonadismo)

Essas condições podem comprometer a circulação sanguínea e os níveis hormonais, prejudicando a capacidade de alcançar ou manter uma ereção.

 2. Fatores emocionais

A saúde mental também desempenha um papel essencial. Estresse, ansiedade (inclusive de desempenho), depressão e problemas de relacionamento podem desencadear ou agravar a disfunção erétil.

3. Estilo de vida

Hábitos como tabagismo, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e uso de drogas têm forte impacto na função erétil, sendo fatores modificáveis.

4. Medicamentos

Alguns remédios utilizados com frequência por homens nessa faixa etária (como antidepressivos, anti-hipertensivos ou ansiolíticos) podem ter efeitos colaterais relacionados à vida sexual.

Vale pontuar que cada caso deve ser avaliado individualmente, pois os fatores que influenciam o aparecimento dessa condição mudam de acordo com as questões de saúde de cada paciente.

Como é feito o diagnóstico da disfunção erétil?

O diagnóstico desse tipo de condição envolve uma investigação profunda e personalizada, que pode incluir: 

  • Avaliação do histórico clínico e sexual;
  • Exame físico;
  • Exames laboratoriais, se necessário (testosterona, glicemia, perfil e lipídico);

Em alguns casos, podem ser solicitados exames específicos, como o ultrassom peniano com Doppler, para examinar o fluxo sanguíneo.

Disfunção erétil tem tratamento?

Sim, e a boa notícia é que os tratamentos são cada vez mais seguros e tecnológicos, com resultados bastante promissores. Entre as principais opções estão:

A escolha da opção ideal depende da causa da disfunção e do perfil da pessoa em questão. Por isso, o acompanhamento com médico especializado em bem-estar masculino é fundamental.

Não ignore os sinais e busque a ABX Saúde!

A disfunção erétil depois dos 40 pode ser comum, mas não deve ser considerada “normal” a ponto de ser ignorada. Pequenos sinais podem indicar condições tratáveis ou até servir como um alerta precoce para problemas maiores, como enfermidades no coração. 

Lembre-se que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de cuidado com a própria saúde. Com o tratamento certo, é possível retomar uma vida sexual plena, saudável e satisfatória em qualquer idade.

Se você está passando por isso, marque uma avaliação com nossos especialistas. 

Na ABX Saúde, oferecemos atendimento personalizado e sigiloso, com foco no que realmente importa: sua qualidade de vida.

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